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May 29, 2026
O paradoxo do gasto em saúde no Brasil é evidente: o país investe volumes crescentes de recursos, tanto no setor público quanto no privado, mas a percepção de eficiência não acompanha esse avanço. Em 2024, o gasto público atingiu 5,03% do PIB, impulsionado por despesas hospitalares que cresceram quase 15% em termos nominais. Na saúde suplementar, a pressão dos custos é intensificada pela inflação médica, que permanece em patamares elevados no pós-pandemia. Apesar dessas cifras, filas persistem e informações cruciais não circulam, resultando em decisões tomadas com base em visões parciais da trajetória do paciente.























